Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A primeira baladinha e o choque

Acho que não posso dizer que foi balada, pois estava em casa antes meia noite.
Minha amiga Gelvana ia sair com uma amiga dela que estava passando o feriado em Campinas e me convidou para ir com elas num barzinho cujo estilo musical era sertanejo.
Agora o a onda do momento é sertanejo e para não confundir com o estilo de Chitãozinho, Leonardo, Zezé di Carmargo, é chamado de sertanejo universitário. A diferença é pouca, é um pouco mais agitado, dançante, e as letras são um pouco diferente, mas ainda falam de amor.
Bom, fui lá, ver qualé que era desse lugar.
As ruas aos redor do bar estavam lotadas de carros estacionados. Tivemos que parar num terreno baldio que os caras chamavam de estacionamento. Pior, ele cobravam 10 reais para parar lá. Como não havia lugar, paramos lá mesmo.
Já havia uma fila pequena para entrar. Entrada 12 reais mulher, 20 reais homem. Entramos.
O local chamado Estação São Bento era um barzinho, daqueles com teto alto, um balcão longo e muitas mesas. Havia um palquinho minúsculo. Mal se via o local direito de tanta gente que havia. Ficamos de pé como 80 % doas pessoas, não havia mesas suficiente, mas acho que memso se tivesse, as pessoas ficariam de pé para dançar.
Havia muita mulher solteira, a maioria delas com uma saia minúscula colada, que ficava no limite da polpa bunda, havia outras que o decote da blusa era tão grande que só não aparecia os mamilos não-sei-porque, pois não mudaria em nada. E lógico tinhas aquelas que tinham os dois, os decotes e as micro saias. E elas dançavam freneticamente, balançando o corpinho, sorrindo, e olhando ao redor. Havia também algumas meninas com namorados (ou seria ficantes?) que usavam roupas normais.
Os homens merecem descrição também, maioria bombadinhos com aquelas camisetas coladas no corpo, gel no cabelo fazendo um topete e pose de pomba, só analisando o local, escolhendo o alvo.
Pedi um caipirinha de cachaça 8 reais!! Chocada com o preço.
A banda começou a se posicionar no minúsculo palco. Eu achando quer era uma dupla sertaneja, com viola, que nada!! Havia umas 6 pessoas, dois vocalista, cuja voz não dava para negar que era de dupla sertaneja, 1 sanfonista e 3 pessoas atrás que tocavam alguma coisa que eu não vi o que era. A música era animada, dançante, alegre, mas não conhecia nenhuma. Todo mundo cantava como um coro. As meninas que estavam comigo sabiam todas também.
Comecei então analisar o comportamento humano, já que estava por fora das músicas. COmecei a analisar as pessoas, e isso me assustou. Sério. No início, as pessoas estavam normais, eu observava os caras procurando os alvos, eu via as meninas fingindo que não estavam vendo. Depois de um certo tempo, após algumas bebidas, as pessoas se soltavam, e já observava casais se beijando. Eu havia me esquecido desse negócio de pessoas desconhecidas se beijarem. Mas não era apenas beijar, alguns casais pareciam que estavam fazendo sexo com roupa, aquela cara sexy (pelo menos achavam que estava fazendo cara sexy), aquele movimento com corpo, um se esfregando no outro. Gente, eles não se conhecem!!! como pode!!! Era uma coisa meio animal, selvagem, o ambiente tinha mudado totalmente. Eu Cheguei a falar para Gelvana que pegaria um taxi para ir embora, não queria atrapalhar a noite delas, mas eu não estava mais aguentando. Fiquei assustada. No começo estava bacana, mas pessoas sob efeito de álcool virou outro ambiente.
Bom, já posso descartar bares sertanejo da minha lista.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

SIm, não ou talvez

Uma coisa que percebi que nós brasileiros tememos em dizer NÃO, porque muitas vezes essa pequena palavrinha machuca, magoa a pessoa que a recebe. Mas quando se aceita tudo, contra a sua vontade, contra seus princípios, quem vai se magoar é você, tudo para não ferir o outro. Será que vale a pena sempre nos ferirmos para não magoar a outra pessoa. Muitas vezes vale sim, mas na maioria das vezes não.

Talvez esse comportamento de aceitar tudo é fruto do período em que nossa sociedade passou pela ditadura militar, que tudo era proibido, tudo era não, sei lá, estou tentando achar uma explicação porque somos tão frouxos.

Dizer que "não posso", "não vou", "não quero" não vai  matar ninguém e não é egoismo, é auto-preservação.

Mas porque veio tudo isso agora? Bom, consegui o contato de um cabelereiro brasileiro que cobra apenas 15 euros o corte, e achei a oportunidade do meu cabelo se sentir mais feliz, depois que eu estraguei cortando eu mesma. Na verdade não foi nada de mais, apenas mastiguei as pontas com a tesoura que estava sem fio. Enfim, liguei para o cabelereiro para marcar uma hora. Karla também ia aproveitar e cortar o dela também. Tudo combinado para quinta-feira às 20 h na casa da Karla. Na quarta, o rapaz me ligou pela manhã contando a maior história, que ele não ia conseguir chegar a tempo na quinta, pois ele esqueceu que tinha outra escova progressiva para fazer e não conhecia o cabelo da pessoa, era a primeira vez, e bla bla bla e disse que talvez (esse talvez me mata!) pudesse ir naquele mesmo dia, depois das 20h cortar nosso cabelo, mas ligaria assim que soubesse.

Final da história, sai da minha aula as 19:30 e liguei para ele, pois ele não tinha ligado. Perguntei: "Vai dar para cortar hoje ou não?" Precisava saber se não viria para casa e não para casa da Karla. Ele todo enrolado, com medo de dizer "não vai dar para ir hoje", ficou me enrolando e disse que depois me ligava, mas insisti e ele disse que não dava mesmo e que ligava depois. Por fim, até agora ele não me ligou.

Falasse que não desse para cortar na quarta, marcasse outro dia, ligasse quando disse que ia ligar! Odeio quando fala uma coisa e faz outra!

Holandês, nesse ponto é muito correto, se diz que pode, pode mesmo, se diz que vai chegar as 8:00, as 7:57 já estão lá, e quando diz que não pode, não há remorso algum.
Sempre quando peço alguma coisa para holandês eles primeiro olham na agenda e marca para daqui uma semana pelo menos. Nada de marcar nada de repente! E funciona. Ninguém passa nervoso, ninguém se aborrece.

Conversando com minha amiga Tatiana, comecei a perceber que apesar de não gostar muito das pessoas aqui, essa foi uma das características que mais estou apreciando, que estou apredendo a adquirir. As pessoas são sinceras, falam o que pensam sem se importar com que os outros vão pensar, tenho que admitir que são rudes muitas vezes, mas pelo menos sabemos o que pensam. Quantas vezes eu pedi coisas e eu recebi "I am sorry", tipo "me desculpe, não posso fazer nada por você agora", marca um horário. Simplesmente não existe aqui esse negócio de dar um jeitinho, de fazer mil coisas ao mesmo tempo, de encaixar.
Em lojas quantas vezes não esperei o vendendor terminar de atender uma pessoa, mesmo que essa pessoa esteja no provador e o vendendor fazendo nada. Enquanto eles não terminarem de atender uma,  eles não atendem outra de jeito de nenhum, se você quiser comprar que espere.
Ainda nas lojas, se deu o horário de fechar, vai fechar e pronto, não tem essa de esperar o úlitmo cliente, se você não conseguiu comprar, volte no dia seguinte, agora não há mais tempo. Há regras e elas devem ser seguidas.
Eles são muitos críticos, apesar de muitas vezes se acharem muito críticos mas na realidade não serem tanto assim, mas geralmente dão sua opnião, seja boa ou ruim, é a opnião deles. Sabemos o que pensam, não há falsidade.

Aqui é SIM ou NÃO, não existe talvez, no Brasil vivemos muitas vezes do TALVEZ.

domingo, 28 de março de 2010

A primeira impressão da Índia

Na Índia só é permitida a entrada no aeroporto de pessoas que vão embarcar. Rajesh nos esperava do lado de fora do aeroporto, com dois botões de rosa para nós duas. Esse ato do Rajesh foi o primeiro que tivemos que mostrou a hospitalidade indiana. Ah, sem esquecer que havia muita gente esperando as pessoas que estavam para chegar! Acho que nem em Guarulhos vi tanta gente esperando pessoas no aeroporto!


Chegamos em chennai as 8:39 da manhã. Passamos pela imigração que foi super rápido e pegamos nossas mochilas. Minha mala estava super vazia, havia trazido apenas 3 camisetas, 2 calças mais o jeans que eu estava usando, só! Pois as roupas que eu tenho não são apropriadas para um país tradicional com a India. Não que eu use muito decote, saia curta, mas lá na India as meninas não mostram o joelho, nem o ombro e não usam roupas coladas no corpo. Ou seja defitivamente não tinha roupa para usar lá. Fala sério! Com aquele calor todo! Quem consegue sobreviver? Mais de 1,5 bilhões de pessoas!

Bom, Rajesh e seus dois amigos que eu nãos sei os nomes (não foi por falta de falar, mas que os nomes são difíceis de entender, um chamava algo parecido com Raul, o outro não faço a menor ideia) nos levaram de taxi até nosso hotel.

Pegamos um taxi super bonitinho, carrinho antigo, estilo anos 50, a diesiel, e claro, como uma boa colônia inglesa, a direção do lado direito. Senti-me naqueles filmes ingleses do ano 50, claro sem contar com a visão fora da janela, que nada lembrava a Inglaterra.

Durante o caminho o que me chamou mais atenção foi o trânsito maluco, que toda hora que vinha uma carro no sentido contrário eu gritava e achava que ia bater! Outra coisa que chamou muito atenção foi a mulheres na garupa das motos sentadas de lado! Não havia muitas vacas pelas ruas, até fiquei triste, queria ver as vaquinhas! Essas primeiras horas foi muito marcante, pois era como se estivesse num filme. Nunca pensei que iria para India, um país tão distante do Brasil, era algo inatingível, mas lá estava eu, com 3 indianos e uma holandesa, num taxi indiano, no meio de uma paisagem completamente diferente do Brasil. As pessoas eram diferentes, as roupas, as casas sem terminar, os prédios abandonados, tudo sujo, ar poluído, mas foi mágico!

O hotel Ashoka onde estávamos hospedados era muito bem conceituado no passado, não sei mais como esta hoje em dia, mas ele é indicado no Guia Lonely Planet, enfim, resumindo o hotel é um pouco velho e não tão limpo assim. Não que não limpassem, não que não lavassem as roupas de cama, o que me pareceu é que tudo era tão velho e gasto que as lavagens não limpam mais as sujeiras acumuladas durantes os anos. As paredes do quarto tinha várias manchas, a porta também, o banheiro não é lá dos melhores. Para tomar banho de chuveiro era preciso puxar um botão e ficar segurando senão a água sai pela torneira logo abaixo na altura do joelho, ou seja, por 3 dias tomei banho com uma mão só, depois eu consegui dar um jeito e fazer a água só passar pelo chuveiro! Mas na verdade, o banho de chuveiro não é muito usado por lá, o banho lá e assim: você enche um balde que já mora no banheiro (todos os lugares, mesmo nos hotéis chiques, com a diferença que nos hotéis chiques o balde é mais novo e bonito) e com uma canequinha que sempre o acompanha você despeja água sobre você! Isso me lembra quando faltava energia em casa e tínhamos que tomar banho de canequinha!
Meu primeiro pensamento foi tentar arrumar outro hotel, deu aquele nojinho desesperador, mas respirei fundo e parei de frescura, já sabia que a India não seria o lugar mais limpo e novo de ficar, então se estava no inferno era para abraçar o capeta, não é assim o ditado? Então comecei tentar aproveitar e ver as coisas boas.

Tomamos um banho rápido e fomos encontrar Rajesh e os dois amigos para tomarmos café da manhã. Tomamos um café tipicamente do sul da Índia: dois bolinhos feitos de arroz em forma de disco voador chamados idly que você mergulha em dois tipos de molho um chamado samba que parece uma aguinha suja com algumas coisas flutuando como pedaço de tomate e cebola, quiabo, batata, cenoura e, outro molhinho com leite de coco ambos muuiiiito apimetados. Não consegui comê-los! Outra coisa que tinha era um punhado de arroz muito temperado e cheios de ervas mas não tinha pimenta. Ah, o mais gostoso mas não consegui comer pois já estava cheia foi a panqueca indiana chamada Dosa que é bem fininha e crocante com manteiga e um pedaco de folha de bananeira para dar aroma! Uma delícia! O café vem sempre com leite e é bem gostoso.

Uma coisa que notei no hotel e que não tem mulheres trabalhando apenas homens, aliás tem muita gente para pouco serviço, mas geralmente nos lugares que fomos tem muita gente para fazer o mesma coisa e muita gente não fazendo nada. Os homens que trabalham no hotel e que não trabalham na recepção, estão geralmente descalços e usam um uniforme bege bem sujinho, que consiste de uma camisa de botão com mangas curtas e um shorts. Toda vez que passávamos perto deles eles se levantam, se estiveresse sentados obviamente.
Essas foram minhas primeiras horas na India! Um pequeno choque cultural, mas logo superado!

terça-feira, 23 de março de 2010

Coisas mais intrigantes na India

Durante a viagem eu listei várias coisas entre comportamento, estilo e cultura que observei na India, os quais achei muito interessante e queria compartilhar, aqui estão elas:
Banheiro:
  • não há vaso sanitário como estamos acostumados, o vaso é no chão. Imagine uma privada enterrada, onde a abertura é no nível do chão. É isso ai! e na lateral tem um lugar para colocar os pés!
  • Não há papel higiênico nos banheiros, mas há sim uma torneira, um balde e uma caneca para se lavar, o que pensando bem é menos poluente. Imagine o tanto de papel que seria consumido, quantas árvores seriam derrubadas e quanta poluição para limpar a bund* de 1,5 bilhões de pessoas! Pois é, melhor assim!
  • Não há chuveiro, também se usa um balde e uma caneca. (esses itens não sãoaplicavél em hotéis e lugares ultra turísticos)
Balançar da cabeça:
  • todo indiano do Sul do país tem um balançar da cabeça muito característico quando respondem a alguma pergunta. Conhecemos o balançar de um lado para o outro, que significa NÃO, o balançar para cima e para baixo, que significa SIM, e lá na India eles são mais avançados, pois eles tem um que significa OK, onde eles fazem uma meia lua com a cabeça. No começo foi difícil entender, pois eu perguntava alguma coisa como por exemplo, posso deixar minha mala aqui, e esse terceiro balançar de cabeça, o de meia lua vinha como resposta e eu não entendia o que significava, pois não parece sim e nem não.
Trânsito:
Repare no recado: "Sound horn", ou seja, "Buzine"!
  • As ruas tem estilo inglês. Toda hora eu  achava que estávamos na contramão, o que também dificultava atravessa. Tinha que ficar muito atenta.Ah, não posso esquecer de mencionar que o trânsito não tem regras, pode-se ultrapassar a qualquer hora, pois o veículo que vier no sentido contrário irá desviar, se ele puder, claro. E os carros facilitam a ultrapassagem, mesmo o que estiver vindo em direcão contrária. Outra coisa que é regra é a buzina. Os caras dirigem com a mão na buzina, e pior, eles gostam de buzina e pedem para pessoas buzinarem para eles! Na verdade, como o trânsito é caótico, eles são muito atentos, e a buzina avisa que você está passando. E tudo funciona em perfeita harmonia
  • Ônibus circular é chamado de air bus, pois as janelas não tem vidros, é totalmente aberto!
  • Tuc-tuc são aqueles carrinhos com 3 rodas, metade carro, mas tem volante de moto e que camporta o motorista na frente e duas pessoas atrás. Mas já observei cerca de 8 pessoas e um tuc-tuc 





  • Muitas motocicletas nas ruas, geralmente com mais de 2 pessoas!
 Adivinhe quantas pessoas tem nessa moto.


Comida:
  • As pessoas locais não comem com talheres, usam a mão direita para comer. É impressionante a habilidade de comer com as mãos, e não fazem sujeira. Para mim era super difícil, não conseguia pegar o arroz sem derramar pela mesa toda. Outra coisa interessante, em suas casas, os indianos comem no chão, não sentam em mesas como nós ocidentais. E o prato é folha de bananeira!


  • As frutas são deliciosas, como no Brasil. Depois de tanto tempo consegui uma boa melancia e um bom mamão! hummm como sentia falta!
  • A comida indiana é deliciosa, mas vai um tempo para acostumar com a pimenta. Ainda assim teve pratos que não conseguia comer. E o mesmo prato em diferentes lugares tem sabores completamente diferentes, por exemplo, experimentei mushroom masala em vários lugares e não tinha nada a ver um com o outro.
  • café-da-manhã é uma refeição com arroz, pão feito de arroz, dosa e idly, que são uma delícia por sinal, a companhados de um molho com batatas, cenoura, quiabo e tomate. Uma delícia! Mas também tem o café indiano, onde eles fervem o leite com o pó de café, super gostoso. Em alguns lugares eles colocavam carnamon, que eu não sei o nome em português, mas eu detesteim é tipo um anis, credo!
As pessoas e seus comportamentos:
  • Pelo que eu pude perceber quando fui visitar a família do meu amigo Rajesh, as pessoas dormem em esteira de palha no chão. Pude comprovar pois todos os hotéis que ficamos tinham camas com colchão super duros.
  • A pessoas são sempre alegres, sorridentes, hospitaleiras e curiosa. Em todo lugar as pessoas ficavam nos olhando, e perguntavam qual era nosso nome e de onde éramos. A foto abaixo mostra um monte de crianças olhando para gente (eu, quatro holandesas e um alemão). Estávamos tomando água de coco sentados na calçada, mas imagine um oásis branco no meio de um monte de gente negra, simplesmente aberração da natureza!! As crianças davam risadas! ahhaahhaha
Nessa foto várias criaças nos observam. Estávamos sentados na calçada tomando água de coco.
  • Toda mulher usa saree, aquele tecido enorme que as mulheres enrolam no corpo e fazem um vestido. Há várias formas de enrolar um saree, pode ser um sexy-saree, pode ser um saree comportado, um saree para o frio, um saree para dias quentes. Quando estiver sol o saree tem uma parte para colocar na cabeça e se proteger do sol. É a roupa mais versátil que conheço. Se não estiverem usando saree, elas usam uma calça larguinha com uma camiseta até o joelho, aberta nas laterais e um encharpe no ombro. São sempre chiquérrimas e bem arrumadas. O encharpe dá um toque especial!

  •  Como o pais tem 1.5 bilhões de pessoas, obviamente não há emprego para todo mundo e há muita pobreza. Então é muito comum ver pessoas nas ruas sem fazer absolutamente nada, de papo pro ar, vendo o movimento e tal. 
  • Pelo mesmo motivo acima, tem muita pessoa para fazer a mesma função. Por exemplo, quando fui comprar um brinco dois caras me ajudou a escolher, quando fui pagar, tinha que dar o dinheiro para uma terceira pessoa, e uma quinta pessoa foi me levar até a máquina do cartão de crédito. Incrivelmente uma sexta pessoa me deu o recibo. Não é brincadeira, foi assim mesmo!
  • É comum ver meninos, homens abraçados pelas ruas. Os caras seguram o ombro um do outro.




    • os homens usam saias. Um pedaço de tecido amarrado na cintura, como se estivesse saído do banho, mas tem uma jeito especial de amarrar, e eles assi, saem na rua, vão a padaria, ao trabalho, a casamento, e vivem frescos e confortáveis o dia todo, sem preconceito algum.



    Acho que era isso!

    LinkWithin

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...