sexta-feira, 15 de maio de 2015

Viagem de avião com bebês

Estamos no aeroporto de Munique, aguardando o voo para Amsterdam. 

Foi nossa primeira viagem de avião com o pequeno Murilo, agora com 1 ano e dois meses. 
Em São Paulo, eu parecia viajante novata, super ansiosa. É realmente era, nunca havia viajado com uma criança sob minha responsabilidade antes, ainda mal recuperado de uma virose.
A viagem já começou com aventuras! Fomos para rodoviária de campinas pegar o ônibus para o aeroporto e adivinhem? Não tinha mais lugar no ônibus das 10 da manhã ! O proximonera meio dia. Como nosso voo era as 16:45, ia ficar muito em cima!  Assim que ficamos sabemos, já liguei para meu pai perguntando se ele poderia nos levar para o aeroporto! Por sorte e boa vontade, ele nos levou!

Sempre é bom esperar o pior mesmo,, pois a viagem de 11 h de voo, mais tempo de espera no aeroporto foi super tranquila! Murilo fez um cocozinho que sujou toda roupa minutos antes de embarcar! Parece ruim, mas como sabia q isso ia acontecer, melhor que tenha sido em terra firme!
No avião, ele se entreter com desenhos, vídeos, com brinquedinho que ganhou! Teve apenas uma hora que ele ficou entediado é queria ficrbzanzandonpelo corredor, mas logo as luzes se apagaram      e o coloquei para mamar e dormir. Alias mamãe é importante para tirar a pressão no ouvido que faz durante a decolagem e aterrisagem.
Murilo dormiu bem até, coloquei ele no bercinho, e lá ficou quietinho e quentinho! Aliás , vale a pena pagar uma pouc a mais para reserva a poltrona da frente e ter mais espaço, e para bebês pequenos, ter um bercinho pro bebe!

Na aterrizassem, deram umas chacoalhadas fortes que fez Murilo vomitar um pouquinho, mas nada de mais. 
As dicas até agora para voo com crianças são :
1- faça voo noturno
2-reserve assentos
3-leve roupa extra para você e para o bebe ( para o bebe a gente leva , mas pra gente, raramente)
4-coloquei o bebe para mamar durante a decolagem e aterrisagem para evitar dor nonouvido
5-coloque soro no nariz do bebe, pois a umidade é muito baixa no avião, evitando assim problemas respiratório 
6- leve comida para seu bebe
7- e sempre prepare-se para o pior, porque se não for, você vai ficar mútuo feliz 
 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Participação no Programa de TV "Papo de mães"

E através desse meu cantinho Zoe no Mundo, fui convidada para participar do programa papo de mães, do canal TV Brasil para conversar sobre licença maternidade. Hoje estou indo para São Paulo para gravar o programa. O passo a passo vocês acompanham pelo Instagram, tentarei mostrar os bastidores. Depois contarei aqui como foi! Um pouco ansiosa já!



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Confeitaria Zoet en Zout, Holambra

Esse mês fomos para Holambra visitar uma amiga nossa que conhecemos na Holanda, a Cláudia, que foi nossa professora de inglês no início da nossa estadia em Groningen. Ela nasceu em Holambra e foi morar na Holanda após se casar com John, um holandês muito gente boa! Voltaram ao Brasil e estão gerenciando a Confeitaria da família, chamada Zoet en Zout (do holandês "salgado e doce") lá em Holambra. O local é adorável, super gostoso, de frente para um lago, e no mês de outubro, às sextas-feiras, teve atividades especiais para as crianças todas! Bom, ainda dá tempo ir lá e aproveitar a cama elástica, e as demais atividades para os pequenos. As guloseimas estão lá todos os dias vale a pena conferir.
Além disso,














E mais uma vez, as fotos são da Perspectiva Fotografia.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Doação de leite humano para prematuros

Para quem não sabe, como eu não sabia, mães que amamentam podem doar seu leite excedente para o Banco de Leite Humano de sua cidade, ou de cidade próxima. Em Campinas, o banco de leite é localizado na Maternidade de Campinas. Sei que São Paulo e Bauru também possui, se você amamenta, é saudável e gostaria de doar seu leite para bebezinhos prematuros, informe-se em sua cidade! Você estará ajudando muitas vidas!

Em Campinas é muito simples, você liga lá (19) 3306-6039 para se cadastrar e o que geralmente acontece é pedirem seus exames de pré-natal, agendam uma visita na sua casa (pois elas sabem que não é fácil sair de casa com um bebezinho), levam frascos esterilizados para a coleta, ensinam a fazer a ordenha e, uma semana depois, elas vem buscar os frascos com leite congelado. Não tem trabalho nenhum. E o melhor, quanto mais leite você tira, mais leite produz, portanto, não vai faltar leite para seu bebê.

Além de receber o leite, processa-lo e distribui-lo para os prematuros, o Banco de Leite também auxilia, gratuitamente, as mães que possuem dificuldades na amamentação. Eu mesma pedi uma ajuda na primeira semana de vida do Murilo, pois ele não sabia sugar, eu não sabia amamentar e lá as enfermeiras foram bem atenciosas e pacientes em nos ajudar.

Como a semana passada foi a semana da doação de leite, e até haveria um evento para as doadoras lá na Maternidade, na segunda-feira pela manhã a enfermeira do banco de leite me ligou para fazer duas perguntas: a primeira para saber seu eu tinha leite para elas virem buscar, e a segunda pergunta, se eu poderia participar de uma reportagem para a TV  Record sobre o doação de leite e o estoque baixo de leite do Banco. Bom, por que não? Liguei para o Bispo para perguntar se ele via problema do Murilo aparecer na TV. Autorização concebida, comecei a arrumar a casa desesperadamente, pois estava tudo bagunçado, quem tem bebê/criança sabe do que estou falando! Casa arrumada, horário de almoço, frutinha e leite todo bagunçado, e as 14h eles chegam! Ai que vergonha! Fui entrevistada, nos filmaram e tudo mais! Fiquei super nervosa, falei super rápido e as 19h estava lá eu e o Murilo na TV!! Depois disso começou a fama! A band me ligou para marcar uma entrevista para o dia seguinte, o jornal Correio Popular m fez algumas perguntas por telefone depois mandou uma pessoa tirar foto da gente, e depois a coordenadora do banco de leite me ligou perguntando se eu poderia dar uma entrevista na CBN! Topei tudo!
Quem me acompanha no facebook viu que eu e o Murilo viramos popstars! Aparecemos naRecord, na Band e em dois jornais impressos!
Na quarta-feira, fomos ao evento na Maternidade, onde a Dra. Claudia, coordenadora do Banco explicou quando foi fundado, como começou, a quem se destina, como é mantido, etc e depois teve depoimentos de doadoras e de mães de prematuros, super emocionante. Murilo começou a ficar irritado e acabei indo embora antes dos comes e bebes (que só tinha glúten também), mas foi bem legal!
Na quinta-feira acabei entendendo porque as celebridades entram em depressão quando ficam sumidos da mídia (rs). Não recebi mais nenhum telefone, ninguém veio nos fotografar, nenhuma entrevista agendada e a vida volta ao  normal!
Mas foi bem legal a experiência!

Detalhe da Reportagem do Correio Popular dia 30/09/2014


Reportagem do Correio Popular dia 30/09/2014

Detalhe da Reportagem do Já dia 30/09/2014

E o link da reportagem da band

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

E o pequeno acidente

Acordamos cedo para levar o Bispo ao trabalho, ou melhor, Murilo acordou cedo e sai com ele para levar o Bispo ao trabalho. Lá, encontramos velhos amigos e ficamos conversando por alguns minutos com Murilo no calo. Mas eu precisava resolver algumas coisas e coloquei o bebê no carro e sai. Um quarteirão a frente, um ônibus parou no exato local onde há um ponto de ônibus e uma faixa de pedestre. Pensando que ele parou no ponto, continuei na minha velocidade 40km/h para ultrapassá-lo. Mas não, o ônibus havia parado para os pedestres. Só me dei conta quando estava quase atropelando. Apertei o freio com tudo. O carro pára bruscamente e só escuto um choro de bebê atrás de mim. Quando me viro para trás, Murilo está dentro da cadeirinha, de ponta cabeça, entre o banco de trás e o banco da frente. Não sabia o que fazer, tente tirá-lo de lá, mas estava preso, sai do carro, mas quando fui abrir a porta de trás, estava travada. Dou a volta no carro, para o lado do motorista para destravar as portas. Enquanto isso Murilo chorando de ponta cabeça. Consegui abrir a porta, e a cadeirinha está presa. Afasto o banco da frente e assim consigo tirar a cadeirinha. Murilo em prantos, eu com as pernas bambas. Peguei-o no colo. Os dois nervosos, tentando se acalmar. Nada de grave aconteceu, apenas o susto mesmo. E lá ficamos por alguns minutos para nos recuperarmos.

sábado, 20 de setembro de 2014

Os 6 meses e a primeira visita ao hospital

Quando a gente vê passou mais um mês!
A vida já anda corrida, depois de perder o emprego (ou melhor, ganhar a liberdade!) parece que a vida voou ainda mais! Murilo completou 6 meses essa semana e foi marcado com alguns pequenos probleminhas, começando com febre após a vacina e finalizando com um pequeno acidente no carro.
Com 5 meses há a segunda dose de vacina contra Meningite C. Eu acabei atrasando o calendário das vacinas em 15-20 dias, então, com quase 6 meses eu dei a segunda dose. A primeira vez já causou uma febre de 38-39 graus, algo esperado para a produção de anticorpos, mas depois que virei mãe, meu lado racional ficou escondido e o emocional tomou conta de mim e me transformei numa leoa! Vi o menino com febre, mas dormindo feito um anjo, e o acordei, dei remédio, dei banho quase que frio, imagine um menino que adora banho, mas que quando entrou na banheira chorou. Pois bem! E ainda mais sozinha, em casa, com marido viajando, pessoa que consegue pensar com a cabeça em situações como essa. Mas foi apenas 1 dia de febre. Agora com a segunda dose, foram 3 dias de febre, para meu desespero. Bispo estava em casa, já foi um alívio, a febre não baixava, tomava paracetamol e após o efeito passar, a febre voltava, até achei que era dente, aliás dente é a razão de todos os problemas do bebê maiorzinho, pois no começo, tudo é cólica. Agora, bebê irritado é dente (e não o calor insuportável, ou aquelas pessoas enchendo o saco do bebe). Bebê babando com 3 meses, ah é dente também. Mas dessa vez até achei que fosse, pois ele está com 6 meses e era para começar, mas ainda nada. A febre passou após 3 dias.

No quarto dia após a febre, consegui um encaixe para fazer um ressonância magnética, para verificar a profundidade da fóvea coccídea com que ele nasceu. Isso é um furinho no coccix que ele tem, já nasceu com isso, bem comum alías, local indicativo da aderência do tubo neural a pele. O problema é se esse furinho tem contato com a medula e começa a vazar líquido. Lógico que eu teria percebido o vazamento de líquido, tudo indicava que o furinho era apenas na pele, no máximo até o tecido adiposo, mas a neuropediatra queria tirar a dúvida para ficarmos tranquilas.

Bom, os lugares em Campinas só fazem o exame com bebê de no mínio 6 meses e com sedação. O tipo de sedação varia de clínica para clínica, mas tem lugar que dá até anestesia geral. Com o medo que tenho de anestesia, fui a uma clínica que usa um "xarapinho"para dormir, como disse a neuropediatra. O tal xaropinho é o hidrato de cloral, um psicotrópico (que age no cérebro) sonífero e hipnótico. Eu já estava com o pé atrás de fazer o exame, e dar uma droga forte como essa para o muleque tão novinho, mas tinha que fazer né, e bora lá eu sozinha levá-lo. Já com psicológico abalado (sensação horrorosa de levar seu filho para fazer exame) tirei todas as dúvidas sobre o sedativo sobre o exame, os efeitos colaterais. O exame deu tudo certo, ele dormiu super rápido, obteve as imagens muito bem, apenas no final, quando o médico quis fazer umas outras imagens com um marcador, Murilo acordou, mas ficou usn 5 minutos imóvel, depois começou a se mexer feito lagartixa hahahah
Passadas 2 horas do exame, começaram a aparecer várias manchinhas vermelhas na testa dele. Possivelmente efeito colateral do sedativo. Mas nada de mais. A noite o negócio aumento de tal forma, a cabeça toda vermelha, costas e barriga, e o menino irritado, chorava o tempo todo e não dormia.  As 11 da noite estávamos no hospital com ele, e realmente era alergia. Se era ruim levar a criança para fazer exame, pior ainda é leva-la para o hospital! E taca anti-histamínico por 3 dias, mas a irritação, o choro persistiu por 3 dias também. No quarto dia, sempre ele, o quarto dia, Murilo melhorou, e já parei com o remédio, pois já estávamos achando que o remédio também não estava mais sendo legal.
E assim Murilo completa seu 6 mês de vida e com uma put@ reação alérgica.
Ah, sobre a pequeno acidente, eu conto amanhã! Estou com sono e vocês cansados de ler!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A volta ao trabalho e a grande surpresa

Murilo acordou as 4:30 pra mamar, era o que eu temia, pois até mamar, arrotar e colocar no berço, levaria uns 30 min, ou seja, seria umas 5:00 e eu tinha que levantar às 5:30 para arrumar as coisas me arrumar, tomar café, troca-lo para sair de casa às 6:30 e, com a cabeça a mil depois, seria difícil dormir esses 30 minutinhos até as 5:30. Após mamar, coloquei o Murilo na minha cama para tentarmos dormir, uma vez que eu o colava no berço e ele resmungava. Ele dormiu mas eu não. Como esperado, minha cabeça era um turbilhão de pensamentos. Acabei levantando da cama às 5:37, e o bebezinho lá belo e folgado, dormindo com os bracinhos abertos. Levantei me arrumei, ordenhei o leite para ele tomar mais tarde, arrumei tudo e às 6:20 eu o acordei para trocar a fralda e leva-lo para minha mãe. Às 6:30 pontualmente saímos de casa, que alívio.

Com os olhos cheios de lágrimas, o deixei com minha mãe e junto, uma folha com várias anotações, o manual do Murilo, onde eu coloquei os horários deles, o que ele faz quando está com fome, com sono etc. Sai com o coração apertado, não por deixá-lo, pois ele ficaria bem, muito bem aliás, chorei por eu não poder ficar com ele, não acompanhar seu desenvolvimento. Não era sentimento de culpa (o que aliás precisava falar depois sobre isso, não sinto culpa nenhuma, até me sinto mal por não sentir culpa hahaha). O sentimento daquele momento era o mesmo que sentia quando voltava para Holanda depois das férias no Brasil, saudades, sei lá. 

Cheguei no trabalho bem cedo no meu primeiro dia de retorno. Aos poucos o pessoal foi chegando, muita gente nova, tudo muito mudado, pouca gente conhecida, as que estava lá antes da minha licença, já não estava mais. Estava super ansiosa, será que vão me demitir? Como será o trabalho agora que a empresa se reorganizou? O que eu farei? Como será dirigir todo dia e voltar tarde pra casa? E o período a noite com Murilo? Será que só o verei só dormindo? Será que ele vai me reconhecer? Ou será que vai me desprezar?

Eu aguardava o dono da empresa ou o gerente geral chegar para saber o que eu faria, onde eu ficaria e tudo mais, até que um novo funcionário, do qual eu já tinha ouvido falar, chegou e me levou até os laboratórios para ver como estava. Achei meu uniforme, numa prateleira com meu nome em um novo armário construído no vestiário. Era um sinal que pensaram em mim nesse tempo longe, e queriam me manter, certo?

Troquei de roupa, coloquei a touca, propé, avental e fui conhecer o local de trabalho que já estava todo diferente. No meio do tour, o telefone toca e me passaram o recado que o gerente chegou e que gostaria de falar comigo, que era para eu trocar de roupa, colocar as minhas roupas e subir para falar com ele. Os colegas até brincaram "Xii, a última que foi chamada para falar com ele não voltou mais!". E eu brincando "Tomara..." e me calei para não falar besteira.

Já achei estranho mesmo pedir para eu trocar de roupa, mas até ai, a função que eu exercia antes não precisava de uniforme. Troque de roupa e fui lá, na sala, estava o gerente e o gestor financeiro. Cumprimentos "olá, como vai? como está o bebê?" e sem muito rodeios, veio a confirmação "A notícia não é muito boa, estamos te demitindo". Fiquei atônita, sem palavras, mas estava muito calma e de dentro de mim subiu uma felicidade enorme! Juro que não esperava a demissão, sei que é comum após retorno da licença maternidade, mas achava que eles gostavam de mim e do meu trabalho. Respondi depois da apnéia repentina "Uau, que notícia ruim que me deixou feliz!" hahahaha 

Fiquei muito feliz de verdade, pois viajar todo dia, toda aquela logística de sair de casa e voltar para casa ia ser desgastante, mas por que não avisaram antes? Me preparei tanto, comprei bomba de tirar leite, estoquei no freezer litros de leite para o Murilo, comprei fórmula para caso o meu leite não desse, gastei maior grana, me estressei, fiquei ansiosa, deixei o Murilo estressado! Imagine se eu tivesse matriculado o Murilo numa creche? Ou se eu tivesse me mudado para a cidade onde está a empresa? Era uma das coisas que cogitamos fazer para facilitar. Se tivessem dado algum sinal, mas não. Já estavam com o papel da demissão pronto, todos os cálculos feitos, já tinham tomado a decisão há tempos.
Com certeza foi o melhor que aconteceu, mas ficar sem trabalhar não estava nos planos, agora focar na busca de novas oportunidades.

E para você que como eu, que não entende nada de lei trabalhista x maternidade, ficam algumas informação:


  • A estabilidade que se falam da gestante acaba 5 meses após o nascimento do bebê. São 120 dias de licença maternidade remunerada obrigatória. O que as mulheres fazem normalmente é tirar as férias na sequência para ficar mais um mês com o pequenino, pois vamos combinar, bebê de 4 meses é muito pequeno e frágil para deixar na creche. Esse um mês de estabilidade após a licença, teoricamente é para a mulher retomar suas atividades, se atualizar nas atividades da empresa, mas quem em sã consciência vai querer voltar com 4 meses, sabendo que tem 1 mês de férias para tirar?
  • Não podem demitir uma gestante, dá o maior xabu, mas o que alguns empregadores fazem, e hoje analisando friamente, eu acho que fizeram comigo, é tratar mal, ignorar, dar tarefas ridículas para executar, fazê-la se sentir mal até ela se demitir. Gestante e recém-mãe é prejuízo para empresa, pois a gestante tem que faltar ao trabalho para fazer o pré natal, os exames de praxe, às vezes passa muito mal e, portanto, pega atestado, o que é realmente necessário, e não é corpo mole. E depois que chega o bebê, ele pode ficar doente e a mãe tem o direito de faltar (mas não receber pelas horas não trabalhadas) e, além disso, ela não vai querer ficar até mais tarde no trabalho, fazer horas extras, pois obviamente tem algo mais importante para fazer em casa.

Dica para as mulheres mães e futuras mães: pensem no seu bem-estar e no bem-estar do bebê, pois e empresa está pouco se f$5endo para isso. Eu trabalhei até 38 semanas, viajava todos os dias de carro com aquele barrigão, eu não queria parar, pensava que não poderia pegar atestado, pois ia pegar mal, estavam precisando de mim, não queria dar motivo para demissão. Realmente eu não dei motivo, pois não faltei nenhum dia de trabalho marcava as consultas no final do dia ou início da manhã para poder trabalhar, perdia apenas um hora de trabalho por casa de consultas e exames. Para ver que não dei motivo de demissão, eu perguntei qual era o problema, qual era o motivo, pois eu queria saber para melhorar para o próximo emprego e tal, e não me responderam, o gerente fez uma cara de interrogação. Não teve motivo, na verdade o motivo foi a gravidez. Infelizmente vivemos num país machista, sem proteção real para a mulher trabalhadora.

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