Como é bom ver os ciclos se fechando. Uma sensação de dever cumprido. Uma sensação que podemos começar novamente!
Primeira coisa foi a casa. Mudamos da nossa casa em Groningen, depois do trabalhão que deu no sábado, ainda tivemos que voltar na segunda, ficamos a tarde inteira jogando as coisas fora (foram 11 sacos de lixo), levar o que restou para o city box (baldes, rodos, vassoura, algumas coisas que faltaram) e além disso tive que voltar para Amsterdam com uma mochila enorme e uma mala de rodinha que parecia que eu estava carregando chumbo de tão pesada. Bispo também levou para casa do Zia 2 mochilas mais 2 sacolas enormes. Ai que horror, muita coisa, credo! Fiquei de saco cheio e vou jogar tudo fora antes de ir embora para o Brasil.
Depois que você se muda de uma casa aqui na Holanda é necessário cancelar todos os contratos relacionados a casa, água, luz, gás. Anotei os valores dos medidos e já cancelei tudo. Faltou a internet, que deveríamos ter cancelado 1 mês antes. Sobre o imposto do lixo que pagamos anualmente, assim que me registrar na prefeitura em Amsterdam, automaticamente sou desconectada de Groningen e não tenho que pagar o imposto do lixo lá.
Aqui na Holanda todo morador holandês ou estrangeiro legalizado) tem que se registrar na cidade em que mora. O governo tem que saber onde você está para mandar seus impostos e notificações, por isso o registro na prefeitura.
Outra coisa que está acabando é minha tese de PhD. Segunda-feira entreguei minha tese para um grupo de 3 professores lerem e aprovarem. Terei o resultado no final de fevereiro! Espero que antes de ir para o Brasil, já tenha entregado a tese para impressão final! Tenho previsão para defender em abril ou começo de maio!! não vejo a hora! Agora estou formatando, fazendo a capa, semana que vem vou conversar com o cara da gráfica!
E para finalizar, volto para Brasil definitivamente esse ano!! Ainda não sei quando, mas esse ano estarei de volta!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
A mudança
Uma das primeiras coisas que você tem que aprender quando quer morar fora do seu país é o desapego material. E uma das primeiras coisas que você deve aprender quando quiser retornar ao seu país, também é o desapego.
Fizemos a mudança ontem, levamos nossos móveis e coisas para casa para o city box com a ajuda do Chris (holandês) e Zia (paquistanês).
Cheguei em Groningen na sexta as 8 da noite. A casa estava normal, uma casa normal, habitável e não tinha nada que aparentava que estávamos prestes a mudar. Fizemos janta, bebemos um pouco de vinho, conversamos, empacotar as coisas mesmo, não fizemos nada. Sabe aquela sensação de não querer fazer nada, de não querer mudar? Pois é o bicho da procrastinação nos mordeu.
Mas sábado não tinha mais jeito. Era o dia, ou era o dia. Marcamos de pegar a van as 11 da manhã, ou seja, até as 11 tínhamos que empacotar tudo!!
Acordamos as 8 da manhã. Não sabia por onde começar. Eu já estava levando todas as minhas coisas para Amsterdam há 2 semanas já. Depois do Natal, trouxe uma mala cheio de coisas para levar para o Brasil. Semana passada trouxe quase todas as minhas roupas, sapatos e livros. Faltavam apenas aquelas que estava no cesto de roupa suja e as roupas para passar, e algumas botas. Foi o que me ajudou.
Arrumando as coisas para trazer para Amsterdam, percebi que não ia caber tudo em uma mala, resolvi fazer uma caixa e mandar pelo correio. É impressionante o tanto de coisa que você acaba juntando! Isso porque eu já tinha separado 2 sacos enormes de roupas que não usava à mais de um ano e deixei na frente de casa para a prefeitura pegar e dar um fim útil para as roupas (no início do ano você recebe um calendário da prefeitura mostrando os dias que os lixeiros especiais passam na sua casa para pegar roupas e sapatos, papel e árvore de natal).
Consegui colocar todas as coisas da cozinha em caixas, roupas de cama, desmontamos a cama. Mas ainda faltava muita coisa. O Bispo saiu as 10:30 para pegar a van e eu fui para o centro, encomendar nosso almoço no subway (16 lanchinhos do subway por 22,50 euros). Aproveitei o passeio para perguntar quanto ficaria para enviar 12 kg para o Brasil. O jeito mais barato e único ficaria 120 euros! Desisti na hora. Voltei para casa para tentar dar fim nas coisas, não vou pagar tudo isso.
Depois chequei no site da KLM para saber quantas malas eu poderia levar para o Brasil, e fiquei chocada quando vi que é apenas UMA de 23 kg. Quando você compra a passagem do com saída do Brasil, você tem direito a duas malas de 32kg. Se você compra passagens saindo da Europa, você tem direito a uma mala de 23kg. E agora? Já tenho 3 malas!! Vou ter que dar um para meu irmão levar, posso levar uma, e acho que vou pagar 55 euros para levar outra de 23kg. Estou perdida. Vou quer o que tem nessas malas (já esqueci) e vou jogar tudo fora! Não quero pagar mais 55 euros (ou 100 euros se exceder 23 kg e menos de 32kg0
Aproveitando, já vou deixar um recado para família e amigos que não vai dar para levar presentes e encomendas (dependendo do tamanho obvio), a não ser que queiram em ajudar a pagar a mala extra! Fiquem a vontade! hehehe
Bom, voltando a mudança. Os meninos chegaram e começam a levar as coisas grandes para a van. Bispo sugeriu fazer uma torta de maça pois já eram meio-dia, o pessoal estava com fome e nosso almoço do subway só ficaria pronto às 14:30 (eles pediram 3 horas para preparar os lanchinhos, lerdos né?!). Achei esquisito essa sugestão, de fazer torta àquelas altura, ainda com muita coisa para arrumar. Mas não hesitei. Preparei a torta de maça com mix de castanhas. Os meninos lotaram a van e seguiram para o city box. A torta ficou pronta e quando estava provando um pedacinho quentinho, o bispo me liga dizendo que esqueceu a chave do city box! Só o Bispo mesmo!! Acabei levando a chave para ele, a pé, demorou um pouco, não sabia onde era, mas acabei achando.
Sai do city box e fui buscar os lanchinhos. Os meninos voltaram para casa e aproveitaram para comer a tortinha que ficou uma delícia e deu um ânimo a mais para continuar a mudança.
Foram 3 viagens: uma para o city box, uma para casa do Zia, onde o Bispo vai ficar e uma para casa do Hershel, o indiano do lab do Bispo, que comprou algumas coisas da gente e também deixamos outras coisas lá, pois não cabia no city box.
Acabamos às 18 hs, os meninos já estavam se matando, todos nervosos e estressados. Ainda sobraram algumas coisas. Tivemos que ir para Amsterdam, dormir lá e aproveitamos levamos mais 2 malas grandes de rodinha e meu mochilão.
Amanhã eu volto para Groningen para resolver as coisas da tese, da casa e pegar minhas ultimas coisas na casa.
No final deu tudo certo. Mudamos. Agora quero ver como vou levar essas coisa para o Brasil.
Fizemos a mudança ontem, levamos nossos móveis e coisas para casa para o city box com a ajuda do Chris (holandês) e Zia (paquistanês).
Cheguei em Groningen na sexta as 8 da noite. A casa estava normal, uma casa normal, habitável e não tinha nada que aparentava que estávamos prestes a mudar. Fizemos janta, bebemos um pouco de vinho, conversamos, empacotar as coisas mesmo, não fizemos nada. Sabe aquela sensação de não querer fazer nada, de não querer mudar? Pois é o bicho da procrastinação nos mordeu.
Mas sábado não tinha mais jeito. Era o dia, ou era o dia. Marcamos de pegar a van as 11 da manhã, ou seja, até as 11 tínhamos que empacotar tudo!!
Acordamos as 8 da manhã. Não sabia por onde começar. Eu já estava levando todas as minhas coisas para Amsterdam há 2 semanas já. Depois do Natal, trouxe uma mala cheio de coisas para levar para o Brasil. Semana passada trouxe quase todas as minhas roupas, sapatos e livros. Faltavam apenas aquelas que estava no cesto de roupa suja e as roupas para passar, e algumas botas. Foi o que me ajudou.
Arrumando as coisas para trazer para Amsterdam, percebi que não ia caber tudo em uma mala, resolvi fazer uma caixa e mandar pelo correio. É impressionante o tanto de coisa que você acaba juntando! Isso porque eu já tinha separado 2 sacos enormes de roupas que não usava à mais de um ano e deixei na frente de casa para a prefeitura pegar e dar um fim útil para as roupas (no início do ano você recebe um calendário da prefeitura mostrando os dias que os lixeiros especiais passam na sua casa para pegar roupas e sapatos, papel e árvore de natal).
Consegui colocar todas as coisas da cozinha em caixas, roupas de cama, desmontamos a cama. Mas ainda faltava muita coisa. O Bispo saiu as 10:30 para pegar a van e eu fui para o centro, encomendar nosso almoço no subway (16 lanchinhos do subway por 22,50 euros). Aproveitei o passeio para perguntar quanto ficaria para enviar 12 kg para o Brasil. O jeito mais barato e único ficaria 120 euros! Desisti na hora. Voltei para casa para tentar dar fim nas coisas, não vou pagar tudo isso.
Depois chequei no site da KLM para saber quantas malas eu poderia levar para o Brasil, e fiquei chocada quando vi que é apenas UMA de 23 kg. Quando você compra a passagem do com saída do Brasil, você tem direito a duas malas de 32kg. Se você compra passagens saindo da Europa, você tem direito a uma mala de 23kg. E agora? Já tenho 3 malas!! Vou ter que dar um para meu irmão levar, posso levar uma, e acho que vou pagar 55 euros para levar outra de 23kg. Estou perdida. Vou quer o que tem nessas malas (já esqueci) e vou jogar tudo fora! Não quero pagar mais 55 euros (ou 100 euros se exceder 23 kg e menos de 32kg0
Aproveitando, já vou deixar um recado para família e amigos que não vai dar para levar presentes e encomendas (dependendo do tamanho obvio), a não ser que queiram em ajudar a pagar a mala extra! Fiquem a vontade! hehehe
Bom, voltando a mudança. Os meninos chegaram e começam a levar as coisas grandes para a van. Bispo sugeriu fazer uma torta de maça pois já eram meio-dia, o pessoal estava com fome e nosso almoço do subway só ficaria pronto às 14:30 (eles pediram 3 horas para preparar os lanchinhos, lerdos né?!). Achei esquisito essa sugestão, de fazer torta àquelas altura, ainda com muita coisa para arrumar. Mas não hesitei. Preparei a torta de maça com mix de castanhas. Os meninos lotaram a van e seguiram para o city box. A torta ficou pronta e quando estava provando um pedacinho quentinho, o bispo me liga dizendo que esqueceu a chave do city box! Só o Bispo mesmo!! Acabei levando a chave para ele, a pé, demorou um pouco, não sabia onde era, mas acabei achando.
Sai do city box e fui buscar os lanchinhos. Os meninos voltaram para casa e aproveitaram para comer a tortinha que ficou uma delícia e deu um ânimo a mais para continuar a mudança.
Foram 3 viagens: uma para o city box, uma para casa do Zia, onde o Bispo vai ficar e uma para casa do Hershel, o indiano do lab do Bispo, que comprou algumas coisas da gente e também deixamos outras coisas lá, pois não cabia no city box.
Acabamos às 18 hs, os meninos já estavam se matando, todos nervosos e estressados. Ainda sobraram algumas coisas. Tivemos que ir para Amsterdam, dormir lá e aproveitamos levamos mais 2 malas grandes de rodinha e meu mochilão.
Amanhã eu volto para Groningen para resolver as coisas da tese, da casa e pegar minhas ultimas coisas na casa.
No final deu tudo certo. Mudamos. Agora quero ver como vou levar essas coisa para o Brasil.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Houve uma esperança
Estamos na super correria para mudar, não temos casa ainda, vamos colocar as coisas num container e depois que voltarmos do Brasil, procuraremos outra casa com calma. Até a nossa viagem, o Bispo vai ficar na casa de um amigo. Mudança é aquela coisa, joga metade das coisas fora, limpa tudo, uma loucura.
Já assinamos contrato para o container, 150 euros no primeiro mês de 80 os demais. Tudo bem né, não tinha outra solução.
O estranho é que nenhum vizinho do prédio está com pressa de mudar, não vimos ninguém mudando, faltando apenas alguns dias para o prazo final 20 de janeiro de 2011.
Hoje o Bispo foi na vizinha perguntar quando que ela ia mudar, se ela queria dividir o aluguel da van e tal. E sabe o que ela disse? Que só tinha que mudar em 2012!! O QUE?? COMO ASSIM???
Bispo me liga desesperado. Eu estava em reunião. Vi o email dele. Não tinha nem como ligar para ele, pois esqueci meu celular lá em Groningen. Mandei um email para ele ligar na minha sala (não posso fazer ligações para celular de lá). Ele me liga. Conta toda história. Pede para procurar a carta que recebemos da imobiliária dizendo a data de saída. Não fui na academia só para achar essa carta. Corro para casa. Procuro minha pasta cheia de recibos e cartas e contas. Achei! Tudo escrito em holandês, a única coisa que eu entendi foi 20 de janeiro de 2011. Vamos pedir para alguém ler né? Esta data pode significar tantas coisas.
Pedi para nosso amigo Arjan ler a carta. Dizia mesmo que temos que sair dia 20 de janeiro de 2011, que as casas só podem ser alugadas temporariamente por máximo de 5 anos. não entendi direito esse último ponto e hoje resolvi ligar na agência para saber.
Infelizmente a nossa casa foi alugada temporariamente por 5 anos, o governo não permite que as agências aluguem casas com contratos temporários por mais de 5 anos. Não sei bem porque, acho que tem a ver com os direitos do morador, ou a agência paga menos impostos quando o contrato é temporário, sei lá, só sei que temos que sair da casa mesmo e nossos vizinhos não, pois provavelmente o contrato temporário deles começaram depois do nosso. A casa ficará vazia depois que sairmos. Essa é a lei.
Agora começa o tumulto da mudança, sem casa Ficarei off por alguns dias até ajeitar as coisas. Houve algumas horas de esperança, mas se dissipiou rapidinho!
Já assinamos contrato para o container, 150 euros no primeiro mês de 80 os demais. Tudo bem né, não tinha outra solução.
O estranho é que nenhum vizinho do prédio está com pressa de mudar, não vimos ninguém mudando, faltando apenas alguns dias para o prazo final 20 de janeiro de 2011.
Hoje o Bispo foi na vizinha perguntar quando que ela ia mudar, se ela queria dividir o aluguel da van e tal. E sabe o que ela disse? Que só tinha que mudar em 2012!! O QUE?? COMO ASSIM???
Bispo me liga desesperado. Eu estava em reunião. Vi o email dele. Não tinha nem como ligar para ele, pois esqueci meu celular lá em Groningen. Mandei um email para ele ligar na minha sala (não posso fazer ligações para celular de lá). Ele me liga. Conta toda história. Pede para procurar a carta que recebemos da imobiliária dizendo a data de saída. Não fui na academia só para achar essa carta. Corro para casa. Procuro minha pasta cheia de recibos e cartas e contas. Achei! Tudo escrito em holandês, a única coisa que eu entendi foi 20 de janeiro de 2011. Vamos pedir para alguém ler né? Esta data pode significar tantas coisas.
Pedi para nosso amigo Arjan ler a carta. Dizia mesmo que temos que sair dia 20 de janeiro de 2011, que as casas só podem ser alugadas temporariamente por máximo de 5 anos. não entendi direito esse último ponto e hoje resolvi ligar na agência para saber.
Infelizmente a nossa casa foi alugada temporariamente por 5 anos, o governo não permite que as agências aluguem casas com contratos temporários por mais de 5 anos. Não sei bem porque, acho que tem a ver com os direitos do morador, ou a agência paga menos impostos quando o contrato é temporário, sei lá, só sei que temos que sair da casa mesmo e nossos vizinhos não, pois provavelmente o contrato temporário deles começaram depois do nosso. A casa ficará vazia depois que sairmos. Essa é a lei.
Agora começa o tumulto da mudança, sem casa Ficarei off por alguns dias até ajeitar as coisas. Houve algumas horas de esperança, mas se dissipiou rapidinho!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Londres Reveillon 2011
Estou sem ânimo para escrever ultimamente, mas ideias para escrever é o que não faltam!
Foi fazer um post com mais fotos dessa vez, contando sobre a virada de década, pois a preguiça está grande.
Depois do nosso jantar delicioso no Belgo, começamos a descer a cidade em direção ao Rio Tâmisa, para a London Eye. Eram apenas 9 da noite. A multidão de gente que estava fazendo o mesmo caminho era impressionante. Procuramos um mercado para comprar Champagne, mas aquelas horas só havia aqueles mercadinhos ultra caros, mas fazer o que? passar Reveillon sem champagne não dá. Quinze libras, um assalto consentido. Fazer o que? Passar Reveillon sem champagne em Londres não ia dar!
Com nossas sacolinhas azuis com 2 garrafas fomos em direção ao Big Ben, pois nada mais arrepiante do que escutar as doze badaladas do sino à meia-noite da virada do ano.
Mas quem disse que a gente consegui chegar até lá. Tinha muita gente! Acabamos ficando na rua paralela a rua do rio, bem no cruzamento, onde poderíamos ver a roda gigante quase que inteira, tipo 80%, pois era dela que sairia os fogos de artifício. Pelo menos foi assim que eu vi no youtube nos anos anteriores, estava esperando que esse ano fosse do mesmo jeito!
Pegamos nosso lugar, sem multidão, estava ótimo, mas ainda faltavam 2 horas e meia. Mas depois de 20 min, a multidão começou a apertar, nos espremeram, não daria para aguentar! A Ana, coitadinha, estava sendo levada pela multidão, que ficava transitando para todos os lados. Horrível.
Comecei a olhar para o lado e me deu desespero. Nenhuma polícia, nenhuma ambulância, um mar de gente. Se desse alguma merd#, se alguém tivesse uma bomba, se alguém desmaiasse, já era totalmente! Quando comecei a entrar em pânico, o pessoal decidiu sair dali, e logo avistamos a polícia, que começava a fechar a rua, não permitindo que mais pessoas entrassem ali. Não tinha jeito, não cabia mais, e mesmo assim as pessoas continuavam indo.
A 10 passado de onde estávamos, já estava tudo mais tranquilo, mas confortável.
Ai gente, foi tão lindo, valeu a muvuca! 10min de fogos lindíssimo, hipnotizantes! Adorei, foi lindo! Ainda mais com todos amigos, meu irmão e meu amorzinho! Foi tão gostoso!
Ainda que vimos 50% da London Eye, imaginem o 100%! Mas também imagine a muvuca maior ainda! hahahahhahha
Foi fazer um post com mais fotos dessa vez, contando sobre a virada de década, pois a preguiça está grande.
Depois do nosso jantar delicioso no Belgo, começamos a descer a cidade em direção ao Rio Tâmisa, para a London Eye. Eram apenas 9 da noite. A multidão de gente que estava fazendo o mesmo caminho era impressionante. Procuramos um mercado para comprar Champagne, mas aquelas horas só havia aqueles mercadinhos ultra caros, mas fazer o que? passar Reveillon sem champagne não dá. Quinze libras, um assalto consentido. Fazer o que? Passar Reveillon sem champagne em Londres não ia dar!
Com nossas sacolinhas azuis com 2 garrafas fomos em direção ao Big Ben, pois nada mais arrepiante do que escutar as doze badaladas do sino à meia-noite da virada do ano.
Mas quem disse que a gente consegui chegar até lá. Tinha muita gente! Acabamos ficando na rua paralela a rua do rio, bem no cruzamento, onde poderíamos ver a roda gigante quase que inteira, tipo 80%, pois era dela que sairia os fogos de artifício. Pelo menos foi assim que eu vi no youtube nos anos anteriores, estava esperando que esse ano fosse do mesmo jeito!
Pegamos nosso lugar, sem multidão, estava ótimo, mas ainda faltavam 2 horas e meia. Mas depois de 20 min, a multidão começou a apertar, nos espremeram, não daria para aguentar! A Ana, coitadinha, estava sendo levada pela multidão, que ficava transitando para todos os lados. Horrível.
Comecei a olhar para o lado e me deu desespero. Nenhuma polícia, nenhuma ambulância, um mar de gente. Se desse alguma merd#, se alguém tivesse uma bomba, se alguém desmaiasse, já era totalmente! Quando comecei a entrar em pânico, o pessoal decidiu sair dali, e logo avistamos a polícia, que começava a fechar a rua, não permitindo que mais pessoas entrassem ali. Não tinha jeito, não cabia mais, e mesmo assim as pessoas continuavam indo.
A 10 passado de onde estávamos, já estava tudo mais tranquilo, mas confortável.
Olha a multidão tentando passar
não podíamos deixar de registrar tal momento e curtir!!
E agora para vocês! Feliz ano novo de todas as cores!!
Ai gente, foi tão lindo, valeu a muvuca! 10min de fogos lindíssimo, hipnotizantes! Adorei, foi lindo! Ainda mais com todos amigos, meu irmão e meu amorzinho! Foi tão gostoso!
Ainda que vimos 50% da London Eye, imaginem o 100%! Mas também imagine a muvuca maior ainda! hahahahhahha
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Londres: arte parte 1
Você não se pode deixar de visitar os museus quando estiver em Londres, além de terem uma coleção enorme e riquíssima e serem sediados em prédios divinos, a entrada é franca!
Da primeira vez que estive em Londres fomos no British Museum, onde está guardada uma das maiores coleções do Egito antigo e o ápice da visita para mim foi a múmia da Cleopatra.
Mas vamos fazer de acontecimentos recentes.
Tate British
Achei um pouco fraquinho, mas foi legal pela companhia. A entrada é franca, mas as exposições mais legais eram pagas. Estava tendo um exposição de Eadweard Muybridge, o cara que descobriu que cavalos podem voar. Através uma sequência de fotos de um cavalo correndo, ele viu que o cavalo fica alguns tempo, milésimos de segundos, sem nenhuma pata no chão! Para ler sobre a exposição, clique aqui.
Havia uma escultura muito bacana, de um cara segurando uma cobra, alguns quadros bem legais!
Da primeira vez que estive em Londres fomos no British Museum, onde está guardada uma das maiores coleções do Egito antigo e o ápice da visita para mim foi a múmia da Cleopatra.
Mas vamos fazer de acontecimentos recentes.
Tate British
Achei um pouco fraquinho, mas foi legal pela companhia. A entrada é franca, mas as exposições mais legais eram pagas. Estava tendo um exposição de Eadweard Muybridge, o cara que descobriu que cavalos podem voar. Através uma sequência de fotos de um cavalo correndo, ele viu que o cavalo fica alguns tempo, milésimos de segundos, sem nenhuma pata no chão! Para ler sobre a exposição, clique aqui.
Havia uma escultura muito bacana, de um cara segurando uma cobra, alguns quadros bem legais!
Ah, e o avião pendurado no teto era bacana também.
Museu de História Natural
Essa foi um decepção total. O prédio é lindo, enorme, vistoso, mas parecia uma viagem ao tempo, para década de 70. A maioria das peças eram velhas, as coisas que era interativas eram arcaicas. A coleção é enorme, muitos animais, dinossauros, rochas e pedras preciosas, mas muita coisa era réplica. Para ver réplica vejo na TV né!
Mesmo a parte nova do prédio, onde era tudo muito branco, moderno e interativo, com computadores modernos com interface touch, deixou a desejar no conteúdo. O objetivo dessa secção é mostrar como é feita uma pesquisa de campo por biológos, como é coletado e anotado as observações, o que você precisa para trabalhar no campo. Eu achei legal, mas para quem não conhece, não é da área, o negócio e lento e chato.
Os temas desse museu eram: evolução do homem, dinossauros, pequisa de campo mamíferos, répteis, peixes, rochas. No hall principal há um esqueleto de dinossauro, mas é réplica, e uma estátua de Charles Darwin.
Museu de ciências
Esse museu é muito legal! Eu gostei realmente. O andar térreo é lotado de espaçonaves, satélites, roupas de astronautas com um clima escurinho como se estivéssemos na lua! Muito legal! Tudo interativo e moderno, nada comparado com ao museu retro dos animais. Aprendi várias coisas! Explicava como os astronautas dormiam, comiam e faziam suas necessidades. Havia também uma secção sobre as máquinas que revolucionaram a história da humanidade, máquina a vapor, locomotivas, automóveis, avião, e tudo mais.
Tinha também uma pequena secção sobre moda, tecidos feitos com nanopartículas adquirir cores e texturas únicas.
Mas a parte mais emocionante foi o primeiro andar, com o tema "Quem é você"! Tinha vários testes psicológicos, jogos para ver como você ficaria daqui a 40 anos, ler as mãos, explicava porque cada um é único, porque achamos uma pessoa bonita e outra não, e muitas outras perguntas interessantes! Passamos horas nessa secção. Os outros andares foram ficando cada vez menos interessantes, sobre aquecimento global (boring..) e futuro da humanidade (boring).
Vejam um pouquinho de lá:
Uma das primeiras câmeras fotográficas.
A bicicleta menorzinha atrás foi inventada primeiro, dá para acreditar?
A estrutura de DNA feita por Watson e Crick, quando eles desvendaram a estrutura em hélice do DNA atráves de uma foto de raio X (veja abaixo). Eles usaram os materiais que tinham no laboratório e ficou muito legal! Até arrepiou quando vi a estrutura.
Foto por raio X do DNA.
Esse pequema espaçonave foi para Lua, dá para acreditar?
Londres: culinária
Dentre as cidades em que tive a oportunidade de comer em bons restaurares, Londres foi uma das melhores A número 1 na minha opnião é São Paulo. Grécia no geral foi horrível, não que a comida era ruim, os ingredientes era ótimos, saborosos, mas sei lá, faltava o toque especial que encontrei em Londres. Berlim também é muito boa para se comer. Alemanha no geral, pois além dos preços ótimos, a comida era bem feita.
Voltando para Londres, cidade grande, metrópole cheia de imigrantes de todas as nacionalidades. Lá você encontra restaurantes holandes (panquecas holandesas), marroquino, brasileiro, italiano (esse é praga, tem em todo lugar), afegão, paquistanês entre outros.
Vou começar pela inglesa.
O Inglês
Uma das coisas que eu provei em Bristol e adorei foi o pasty, é tipo uma pastel assado com recheio de qualquer coisa. Foi o que me levou a comprar o livro de receitas que eu contei antes.
Vou começar pela inglesa.
O Inglês
Uma das coisas que eu provei em Bristol e adorei foi o pasty, é tipo uma pastel assado com recheio de qualquer coisa. Foi o que me levou a comprar o livro de receitas que eu contei antes.
Pasty. Fonte PirateJanny.
Das guloseimas haviam tortas de carne (=pie em inglês britânico), bolos (=sponges), cookies (=biscuit) dentre outras.
O clássico e barato Fish & Chips inglês é horrível, pelo menos o que eu provei. Peixe empanado e frito, mas o que eu provei era seco e sem tempero. Batatas fritas, normal. E ervilhas para completar o pior prato da história. Odeio ervilhas, aliás que gosta? Ervilhas, cenoura e maçã são coisas que não compraria para comer nú e cru, apenas para bolos, tortas, onde o gosto é amenizado por outro ingredientes. Cenoura nasceu para o bolo de cenoura. Maça nasceu para raspar e dar para bebês, para mais nada. Ervilhas, não sei porque nasceram. Não que eu não goste, não é ruim, mas não faço questão de comer. Até como, devido as vitaminas e tal, hoje mesmo comi cenouras no almoço, cozidas na manteiga, estava até gostoso. Enfim, o prato Fish & Chips é ervilhas puras, saídas da lata direto para o prato. Ninguém merce.
O belga
Falando de comida boa, na noite de ano novo fomos a um restaurante Belgo, cujo nome era Belgo mesmo. Primeiro o lugar era super bacana, era no subsolo, tipo uma fábrica, as mesas com bancos, os garçons animados. A especialidade da casa são mariscos, mas não estava a fim de mariscos, queria algo mais exótico para provar, escolhi, portanto, um pato com purê de batata ao molho de frutas vermelhas. Totalmente delicioso. Mas nem por isso deixei de provar a comida alheia. Meu irmão pediu frango com creme branco, super gostoso. Bispo para não arriscar pediu um bife, muito bonito. Michelle pediu a especialidade da casa, os mariscos empanados e fritos. Ana e Pedro pediram uma deliciosa carne de panela com molho de vinho e ameixa, prato dos deuses, o prato campeão!
Dá só uma olhada:
Pato com purê de batatas e cebolas fritas.
O clássico e barato Fish & Chips inglês é horrível, pelo menos o que eu provei. Peixe empanado e frito, mas o que eu provei era seco e sem tempero. Batatas fritas, normal. E ervilhas para completar o pior prato da história. Odeio ervilhas, aliás que gosta? Ervilhas, cenoura e maçã são coisas que não compraria para comer nú e cru, apenas para bolos, tortas, onde o gosto é amenizado por outro ingredientes. Cenoura nasceu para o bolo de cenoura. Maça nasceu para raspar e dar para bebês, para mais nada. Ervilhas, não sei porque nasceram. Não que eu não goste, não é ruim, mas não faço questão de comer. Até como, devido as vitaminas e tal, hoje mesmo comi cenouras no almoço, cozidas na manteiga, estava até gostoso. Enfim, o prato Fish & Chips é ervilhas puras, saídas da lata direto para o prato. Ninguém merce.
O belga
Falando de comida boa, na noite de ano novo fomos a um restaurante Belgo, cujo nome era Belgo mesmo. Primeiro o lugar era super bacana, era no subsolo, tipo uma fábrica, as mesas com bancos, os garçons animados. A especialidade da casa são mariscos, mas não estava a fim de mariscos, queria algo mais exótico para provar, escolhi, portanto, um pato com purê de batata ao molho de frutas vermelhas. Totalmente delicioso. Mas nem por isso deixei de provar a comida alheia. Meu irmão pediu frango com creme branco, super gostoso. Bispo para não arriscar pediu um bife, muito bonito. Michelle pediu a especialidade da casa, os mariscos empanados e fritos. Ana e Pedro pediram uma deliciosa carne de panela com molho de vinho e ameixa, prato dos deuses, o prato campeão!
Dá só uma olhada:
Pato com purê de batatas e cebolas fritas.
Frango com molho branco e alho poró
Carne de panela com molho de vinho e ameixas.
Bifinho.
Mariscos
O italiano
Outro restaurante surpreendente foi um italiano super pequenininho, perto desse Belgo. Aliás essa região era dominada por ótimos restaurantes. Essa região é o Convent Garden, próximo da rua das sete bifurcações. Não demos muita credibilidade para o restaurante italiano. Mas quando os pratos chegaram, meu deus, que foi aquilo. Pedimos uma entrada de salada de rúcula com raspas de queijo e parmesão enrolado no presunto parma. Sem palavras. Depois pedimos um macarrãozinho bem fininho com molho de bacon, cogumelhos e truffas uma delicia e bisteka, que para minha surpresa era de vaca. Era um contra-filé delicioso.
O brasileiro e português
Para finalizar nossas férias, almoçamos no restaurante brasileiro do lado do Belgo, outra deliciosa surpresa. De brasileiro só havia coxinha, feijoada, vatapá e bolo de cenoura. Claro que não hesitamos em pedir coxinha. Como prato principal, Eu fui de português, bacalhau a moda da casa, bacalhau desfiado com batatas, tipo bacalhau à Brás.
Depois de falar tanto em comida, me deu fome!
O brasileiro e português
Para finalizar nossas férias, almoçamos no restaurante brasileiro do lado do Belgo, outra deliciosa surpresa. De brasileiro só havia coxinha, feijoada, vatapá e bolo de cenoura. Claro que não hesitamos em pedir coxinha. Como prato principal, Eu fui de português, bacalhau a moda da casa, bacalhau desfiado com batatas, tipo bacalhau à Brás.
Depois de falar tanto em comida, me deu fome!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Londres: reencontro de amigos
Primeiro encontramos Laura e o Java, nossos amigos brasileiros que moram em Cambridge e foram passar o dia coma gente na capital.
Todos juntos na Picadilly Circus.
Java, Laura e o Big Ben.
Depois de passar um dia super gostoso, conversando bastante, passeando, a a noite encontramos Ana e Pedro de Portugal! Esperamos -os num pub na Picadilly circus, onde tomarmos a cerveja mais cara da nossa vida. Uma garrafinha de Stela Artois por 5 libras! facada total! Logo Ana e Pedro chegaram e fomos jantar no China Town!
Ótima noite, com amigos queridos, muitas risadas, papo em dia, passeio pela Tower Bridge
Dia 31 de dezembro mais um integrante se juntou na equipe! A Michelle minha amiga do curso de francês em Campinas. Fizemos 1 semestre de aulas juntas, se eu não me engano. E depois disso ela se mudou para o Rio, mas sempre mantemos contato. E por coincidência ela estava em Londres quando estávamos lá! Foram poucas horas juntas, mas foram bem divertidas! Deu para matar as saudades.
Michelle e eu.
Depois do nosso jantar de ano novo, item para um novo post!
Ana e eu.
Olha a gente ai!
Assinar:
Postagens (Atom)


































